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Cães e gatos com nanismo

Conhece alguma raça nanica? Que possua “acondroplasia (nanismo)”, veja os cuidados com a saúde dele.

Cito duas raças de cães “Dachshund e Basset”. E uma de gato ” Munchkin”. Estes animais tem a aparência de tamanho normal mas com membros curtos e fora do padrão. A grande diferença entre o “Dachshund” e o “Basset” é precisamente que o primeiro é um cão pequeno em todos os sentidos. Enquanto o segundo é um cão de médio-grande porte, mas tem pernas curtas. O Munchkin pode ser considerado o Basset dos gatos: tem patas curtas e costas longas.

Descendente de gatos SRD, é encontrado em diversas variedades e cores. Suas patas com menos da metade do comprimento da maioria das raças é uma das características que conferem mais graça aos Munchkins.

É comum vê-los apoiados sobre as patas traseiras, com as dianteiras recolhidas, de forma semelhante a um coelho, um hamster ou mesmo um canguru, característica que o tornou conhecido como gato canguru de Estalingrado (Stalingrad kangaroo cat).

A raça é resultado de uma mutação espontânea no código genético felino que introduziu um gene similar àquele que produz cães Dachshunds, Basset Hounds e Corgis. O termo Munchkin, em inglês, significa pessoa muito pequena ou criança. Munchkins são também personagens de “O Mágico de Oz”, pessoas pequenas e de voz estridente.

 

O Basset Hound e os problemas de coluna: Devido a sua fisiologia esta raça é predisposta a enfrentar problemas de coluna, principalmente que não se exercitam e acabam sofrendo com o sobrepeso. É muito importante que o tutor esteja ciente de que para ter uma vida saudável seu Basset Hound deve se exercitar diariamente e ter uma alimentação balanceada a fim de promover uma vida sem desconforto para seu mascote.

O Basset Hound e a osteoartrite: Este também é um problema muito comum em cães de porte grande, mas devido a acondroplasia (nanismo) esta é uma raça com forte predisposição a desenvolver problemas articulares em idades avançadas.

 

Esteja ciente de que a raça é muito suscetível à doença do disco intervertebral (DDIV). Como outras raças de pequeno porte, os dachshunds têm maior risco de desenvolver essa condição. Nela, a vértebra é comprimida devido à inflamação do “amortecimento” em volta do disco. A DDIV pode causar dor, dificuldade de controle da bexiga e até mesmo paralisia. Para ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento da doença no dachshund, é necessário adotar certas precauções, além de ser capaz de identificar os sintomas da mesma, determinando quando pode haver um problema. Entre em contato com um veterinário imediatamente ao notar qualquer um dos sintomas a seguir:

Mudança no nível de atividade (evita correr e saltar)

Dificuldades de ficar em pé.

Choro por conta da dor.

Mudança de comportamento, ansiedade e nervosismo.

Costas e pescoços curvados ou músculos rígidos.

Alimenta-se pouco ou evita comer.

Falta de controle sobre a bexiga ou intestinos.

Aprenda como segurar um dachshund. Há uma maneira correta de segurar os cães desta raça, já que isso ajuda na proteção das frágeis costas que possuem. Para segurá-lo, dê apoio à parte traseira com uma mão e coloque a outra sob a barriga para dar suporte às costas. É uma boa ideia treinar com algo leve antes de tentar segurar o cachorro.

Nunca segure-o cão com apenas uma mão e pela cabeça ou patas.

Ajude o dachshund a subir e descer escadas. O movimento de subir pressiona as costas do animal e, com o passar do tempo, pode fazer com que ele desenvolva DDIV. Os degraus das escadas são, na maioria dos casos, altos demais para que os dachshunds subam e desçam sem forçar e tensionar as costas. Evite tal problema carregando-o quando ele precisar acessar um local através de uma escada.

Coloque um cercadinho de bebês para evitar que o animal suba e desça por conta própria.

Uma boa ideia é a instalação de rampas em escadas pequenas em locais nos quais o cachorro precisa subir e descer todos os dias.

Evite que o dachshund pule em móveis ou outros locais altos. Isso também aumenta a tensão nas costas do animal e pode elevar o risco de desenvolvimento da doença do disco intervertebral. Para eliminar esse fator de risco, não permita que o dachshund salte e suba em locais altos, como em sofás ou camas. Pegue-o no colo para posicioná-lo sobre algum local e não incentive-o a pular.

Se quiser, coloque pequenas rampas ou escadinhas para que ele possa subir nas camas ou móveis quando não estiver por perto.

Use arreios para passear com um dachshund. Ao puxar a pessoa que está caminhando, os dachshunds acabam aumentando ainda mais a pressão sobre a coluna vertebral, contribuindo para o desenvolvimento da DDIV. Prender a guia a um arreio em vez da coleira reduz a tensão que é feita sobre o pescoço, eliminando outro fator que pode causar a doença.

Treinando

 

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